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Guia essencial de SEO On-Page: Entenda como otimizar sua página de forma prática e melhorar o ranqueamento

SEO on-page é um tipo de otimização específica para elementos dentro de uma página. Isso inclui otimizar título, meta descrição, conteúdo, imagens, URLs e outros componentes. A seguir, apresentamos um tutorial completo de otimização on-page para o seu site.

Dentro do universo de Search Engine Optimization (SEO para os íntimos), existe uma série de práticas que auxiliam o crescimento de marcas no mundo digital – como é o caso do SEO on-page.

Essa estratégia abrange uma série de táticas que devem ser aplicadas dentro de uma página (daí o on-page). Isso vai desde o uso estratégico de palavras-chave até a correta estruturação do HTML.

Não pense que é difícil! Conforme aspirantes e profissionais pegam a prática, os processos tornam-se mais intuitivos, o que dá margem para que você seja cada vez mais estratégico dentro do seu negócio.

A seguir, vamos te mostrar todos os passos para uma otimização on-page eficaz. Selecionamos tudo o que você precisa saber para ajustar seu site e mantê-lo relevante.

O que é SEO on-page

O SEO on-page representa o conjunto de técnicas de otimização aplicadas diretamente nas páginas de um site. Quando bem aplicadas, elas auxiliam a leitura dos robôs do Google e outros mecanismos de pesquisa e, assim, sabem exatamente o que está sendo tratado e para quais buscas exibir o conteúdo.

Pense no SEO on-page como uma loja física. É muito importante manter todo o espaço organizado para que os seus clientes encontrem o que procuram com facilidade, certo? O mesmo acontece no mundo digital.

Quando um site está bem estruturado, com palavras-chave definidas, arquitetura organizada e layout responsivo e limpo, por exemplo, as chances de aparecer entre os primeiros resultados de pesquisa são muito maiores.

É por isso que você não pode deixar o SEO on-page de lado. Ele é um dos fatores mais importantes para o desenvolvimento da sua marca no mundo digital.

Por que devo investir no SEO on-page?

Na verdade, as práticas on-page são intrínsecas às estratégias gerais de SEO. Uma hora ou outra será necessário fazer ajustes dentro das páginas de um site para que ele fique estruturado corretamente.

Pense consigo mesmo: ao andar num shopping, você se sente mais compelido a conhecer uma loja de fácil acesso, convidativa e ajeitada ou uma loja bagunçada e desorganizada?

Podemos concordar que a primeira opção é muito mais atrativa.

Ter um site bem construído é a chave para atrair usuários interessados na sua marca. E, o diferencial do SEO é que os resultados não vem e vão da mesma maneira que acontece quando investimos em tráfego pago.

O SEO on-page traz resultados a longo prazo, incluindo:

Aumento do tráfego orgânico

Com uma estrutura estratégica, seu site receberá mais visibilidade nos resultados de pesquisa orgânica. Em consequência, se aparecer na primeira página, mais pessoas verão e clicarão no seu domínio – principalmente ao ranquear em posições altas.

Maior relevância para os buscadores

O SEO on-page ajuda a indicar aos buscadores o que seu site trata e quais palavras-chave você está segmentando.

Melhora da experiência do usuário

Um site organizado não só aumenta o tráfego orgânico, mas a taxa de permanência e, dependendo da fase da jornada do usuário, o número de conversões. Ou seja, mais pessoas poderão realizar ações que você traçou, como comprar um produto ou se inscrever em uma newsletter.

Retorno sobre investimento (ROI)

Ao investir em SEO on-page, você pode aumentar o tráfego para o seu site sem precisar investir em publicidade paga.

Vantagem competitiva

Num cenário cada vez mais competitivo, ter um site otimizado para SEO é um grande diferencial. Essa é uma forma de aparecer entre as primeiras posições, frente aos concorrentes.

Convencido de que as estratégias de SEO on-page só traz benefícios para empresas no mundo digital? Então, agora é hora de aprender como aplicar esse conceito.

Leia também: Confira as principais tendências do marketing Digital, SEO, conteúdo e Digital PR

SEO on-page na prática: tudo o que você precisa fazer para estruturar suas páginas

Diariamente, o Google recebe 3,5 bilhões de pesquisas, segundo o Internet Live Stats. São milhões de pessoas fazendo buscas todos os dias. E, por conta disso, ter visibilidade online é essencial para o sucesso de qualquer negócio.

Title tag

A title tag, também chamada de meta title ou título SEO, é o elemento HTML que especifica o título de uma página.

Essa marcação não aparece na página em si, mas nos resultados de pesquisa, como no exemplo abaixo:

Print screen da SERP do Google com os títulos SEO em destaque nos snippets.

Você também consegue visualizá-la através de plugins de SEO ou pelo HTML do site, via inspecionar. Veja:

Imagem de um código HTML com a marcação de meta title.

Dentro do código, você pode pesquisar por “meta name=“title””.

Considerada um dos fatores de ranqueamento do Google, é a partir dela que os mecanismos de busca entendem sobre o que determinada página fala. 

É por esse motivo que você precisa incluir palavras-chave estratégicas que descrevam exatamente o que o usuário vai encontrar ao acessar o site.

Mas, não é só isso. Como aparece nos resultados de busca, a title tag é a primeira impressão que os usuários têm do conteúdo da sua página. Portanto, é vital que o título seja persuasivo para que o público prefira clicar no seu site ao invés dos seus concorrentes.

Como fazer?

Na prática, além de usar a palavra-chave, você deve:

  • Ser conciso: o ideal é que a title tag tenha, no máximo, 60 caracteres. Embora não exista padrão, esse tamanho evita que o Google corte o seu título – como no exemplo abaixo:
Print Screen de snippet do Google com um destaque para o título SEO.
  • Ser descritivo: descreva exatamente o que o usuário vai encontrar na página referida.
  • Ser persuasivo: mostre qual é o diferencial do seu conteúdo frente aos concorrentes.
  • Ser original: cada página deve ter uma title tag exclusiva. Evite duplicidade para mostrar aos mecanismos de pesquisa a vastidão de temas que seu domínio aborda.

Meta description

No código HTML, depois da meta title está a meta description. Dizemos que ela é um pequeno resumo do seu conteúdo que, nos resultados de busca, aparece logo abaixo do título:

Print Screen de SERP do Google, com destaque para as meta descriptions presentes nos snippets.

A principal função desse marcador é dar uma visão geral sobre a página ao usuário.

Quanto mais atrativa e convincente for, maiores as chances do usuário clicar no seu link — o que pode aumentar o CTR do site.

Importante ressaltar que, apesar de não ser um fator de ranqueamento, ela é essencial para o seu site. Afinal, a meta description funciona como a vitrine de uma loja: quanto mais atrativa, maiores as chances de incentivar a entrada de clientes.

Como fazer?

Sua meta description precisa ser bastante convincente para atrair a atenção da audiência. Portanto, foque nos seguintes aspectos:

  • Uso de palavras-chave: aqui as palavras-chave também são importantes. Você pode usar a principal, secundárias ou LSI para escrever uma descrição que aborde as necessidades do seu público.
  • Seja conciso: não é regra, mas a meta description deve ter até 160 caracteres para que não fique cortada.
  • Seja persuasivo e claro: destaque os pontos mais importantes do seu conteúdo sempre. Evite descrições genéricas ou enganosas para evitar decepções por parte do público.
  • Adicione a chamada para ação: a CTA é indispensável na meta description, pois influencia o usuário a tomar uma ação (acessar seu site). Usar verbos como “descubra”, “confira” ou “saiba mais” incentiva o usuário.

Dica de expert: faça testes A/B para monitorar o desempenho das meta titles e meta descriptions ao longo do tempo. Essa é uma maneira prática de entender quais estruturas têm melhor desempenho e podem ser replicadas em outros títulos.

URL

Achou que as URLs não faziam parte do SEO on-page? Achou errado.

Elas também são cruciais, pois ajudam a descrever o conteúdo da sua página. Abaixo, você confiaria mais em qual URL?

  • https://searchonedigital.com.br/990-2iu20-akjdiq/
  • https://searchonedigital.com.br/seo-on-page/

A segunda é muito mais clara e não parece ser um spam, certo? Suas URLs devem ser claras, fáceis de entender e bem-estruturadas.

Como fazer?

Criar URLs amigáveis é muito fácil. O melhor é que, dependendo da CMS que você usar, é possível atualizar a URL exata, com:

  • Uso de palavras-chave: inclua o termo principal abordado na página na URL.
  • Uso de separadores: hífen, o separador mais usado, ajuda a manter a legibilidade da URL.

Além disso, você deve evitar:

  • Caracteres especiais: eles atrapalham a leitura da URL
  • Datas: nunca use datas ou anos, pois eles atrapalham futuras otimizações de conteúdo.

Se você tem um artigo de “Tendências de SEO para 2024” mantenha a URL apenas como “/tendencias-para-seo”.

Assim, dá para atualizar a mesma página anualmente, enquanto ela ganha cada vez mais força e relevância online.

Leia também: O que é o EEAT do Google? Descubra como funcionam os critérios de qualidade de uma página para o buscador

Schema markup

O schema markup é uma das mais recentes atualizações do Google. Lançado em 2011, o intuito dessa marcação HTML é facilitar a leitura dos robôs do Google.

Você provavelmente já ouviu falar dele como dados estruturados. Eles funcionam com uma espécie de rótulo que traz ainda mais detalhes sobre o conteúdo da sua página.

Se você tem um e-commerce, por exemplo, pode aproveitar os dados de produtos para enriquecer a página e mostrar ao usuário de antemão, as avaliações sobre o que você vende.

No exemplo abaixo, veja que a marcação também aparece nos resultados de busca:

Print Screen de SERP do Google com snippet exibindo avaliação de produtos.

Agora, se você está fazendo um evento importante para sua marca, o ideal é usar o schema markup de eventos para que o Google o coloque como destaque entre os que encontrou para determinada palavra-chave — como vemos abaixo para a pesquisa “shows em São Paulo em maio 2024”:

Print Screen de um snippet do Google realizado com dados estruturados para agendas de show.

O legal é que os dados estruturados melhoram a visibilidade da sua página. Com eles, você aumenta as chances do Google exibir snippets enriquecidos na SERP e, consequentemente, melhorar a taxa de cliques.

Tanto é que pesquisas indicam que sites com schema markup recebem 40% mais cliques do que aqueles que não utilizam.

Como fazer?

Segundo um levantamento do Backlinko, 72,6% dos resultados exibidos na primeira página orgânica usam dados estruturados.

Embora o Google nunca tenha confirmado que eles são um fator de ranqueamento, vemos o quanto o schema impacta indiretamente o ranqueamento de páginas, ao facilitar a compreensão do conteúdo.

Na prática, nossas sugestões são as seguintes:

  • Use o Assistente de marcação de dados estruturados do Google: essa ferramenta facilita a criação de códigos para diferentes tipos de conteúdo, mesmo que você não tenha conhecimento técnico.
  • Valide os dados com o Teste de pesquisa aprimorada: outro recurso gratuito do Google, o teste vai te ajudar a validar se o código está funcionando corretamente ou não.
  • Use plugins para adicionar os dados estruturados no seu site: mexer no HTML pode ser complicado (eu sei!). Se não quer se arriscar, invista em plugins como Rank Math para adicionar marcações de schema no seu site.
  • Monitore via Google Search Console: através do GSC você consegue acompanhar as impressões e cliques que seus snippets enriquecidos estão recebendo.

Dica de expert: se você não tem experiência criando códigos, ferramentas de inteligência artificial também são parceiras na construção de dados estruturados. ChatGPT e Niara, por exemplo, são ótimos auxiliares.

Legibilidade e escaneabilidade

A legibilidade e escaneabilidade são dois conceitos relacionados ao marketing de conteúdo. Eles referem-se à capacidade de um conteúdo de ser facilmente consumido pelos usuários.

Como a leitura na internet é fragmentada e a atenção constantemente “roubada”, é muito importante considerar ambos os aspectos para garantir que o leitor fique na sua página e continue explorando seu site.

A legibilidade está relacionada à facilidade de leitura e compreensão de um texto.

Já a escaneabilidade diz respeito à capacidade de um conteúdo ser rapidamente assimilado pelo leitor.

Como fazer?

Esses fatores não podem ficar de fora da sua otimização on-page, sobretudo quando pensamos no crescimento do mobile.

Segundo uma análise feita pela Comscore, 68% dos usuários brasileiros usam exclusivamente smartphones para acessar a internet.

Entre os sites mais acessados para fazer pesquisas, o Google continua sendo a plataforma mais acessada entre todas as faixas etárias.

Logo, manter suas páginas otimizadas e limpas é a melhor maneira de engajar quem está do outro lado da tela.

Ao escrever o conteúdo do seu site, lembre-se de:

  • Usar frases curtas: evite trechos muito longos e complexos. Frases curtas são simples e mais fáceis de entender.
  • Evitar termos complexos: dê preferência às palavras simples que facilitem a compreensão do texto.
  • Usar subtítulos: quebre o texto sempre que possível. Usar headings deixa o texto escaneável e compreensível.
  • Use listas e bullet points: eles são parceiros, uma vez que deixam a leitura mais dinâmica e fluída. Use à vontade, sempre que possível.
  • Investir em imagens: use imagens, vídeos e infográficos para ilustrar e facilitar a compreensão do seu conteúdo.

Aqui na SOD, todos os nossos redatores são instruídos sobre a importância da legibilidade e escaneabilidade. Ter essa consciência plena antes de construir qualquer tipo de texto é o primeiro passo para evitar retrabalhos e ter bons resultados.

Leia também: O que é o Google Discover? Entenda a funcionalidade e tenha mais chances de conseguir cliques e visitantes para seu site

Heading tags

As heading tags fazem parte da escaneabilidade textual. Elas são usadas para estruturar o conteúdo, evitando que ele se transforme em um grande bloco uniforme de texto.

As tags de cabeçalho são importantes tanto em termos de experiência do usuário quanto para o trabalho de SEO.

Estruturadas de H1 a H6, elas funcionam em hierarquia: a H1 é a mais importante, portanto sempre deve ser título da página. As subsequentes (H2, H3, H4…) indicam subtópicos tratados dentro do conteúdo.

Essa organização ajuda os mecanismos de pesquisa a entenderem o assunto principal da página e como todas as informações dispostas se relacionam entre si.

Não confunda meta title com H1!

Apesar de ambos serem os títulos da página, lembre-se que cada um tem sua função específica.

O meta title aparece exclusivamente nos resultados de pesquisa e na barra de título do navegador.

Por sua vez, a heading tag 1 aparece no topo da página interna, como título principal.

Recomenda-se que o title tag e a H1 sejam únicos. Por exemplo, para uma página de receita de bolo de laranja, eles poderiam ser assim:

  • Meta title: Como fazer bolo de laranja no liquidificador rápido e macio
  • H1: Aprenda como fazer bolo de laranja no liquidificador em 5 passos fáceis
Como fazer?

Aqui vão algumas dicas para criar as heading tags da sua página:

  • Use a palavra-chave principal na H1: o termo principal abordado no conteúdo sempre deve aparecer na heading tag 1 para que os robôs do Google consigam identificar o que você está abordando.
  • Crie apenas uma H1 por página: cada conteúdo só pode ter um título principal. Pense nela como se fosse a chamada de uma notícia ou o título de um livro.
  • Siga a ordem hierárquica: o Google recomenda que você use as heading tags de forma ordenada, de 1 a 6 sempre. Ou seja, não dá para usar uma H1 e, em seguida, uma H3.
  • Mantenha os títulos claros: os subtópicos devem refletir o conteúdo da seção. Portanto, mantenha a clareza e objetividade.

Dica de expert: para criar proximidade com o leitor, sempre crie títulos e subtítulos que conversem com o usuário. Essa é uma maneira de aproximá-lo do tema abordado. Como analista de conteúdo da SOD, eu sempre tento desenvolver heading tags para além do óbvio engessado que já vemos em outras páginas. Afinal, quanto mais proximidade com o usuário, maiores as chances de fortalecer a conexão entre marca e audiência.

Palavras-chave

Tenho certeza que você já ouviu falar em palavas-chave. Em SEO, dizemos que elas são termos ou frases que os usuários digitam na caixa de pesquisa para encontrar determinada informação.

Print Sreen da SERP do Google para a palavra-chave "como virar vegetariano".

É a partir da palavra-chave que os robôs do Google e outros mecanismos conseguem entender o conteúdo disponível na sua página, sua relevância e para quais resultados de pesquisa exibi-la.

Portanto, antes de começar qualquer estratégia de SEO, você precisa fazer uma boa pesquisa, com base no que sua audiência quer.

Ao montar uma lista de termos para abordar no site, você verá a predominância de dois tipos de keywords:

  • Palavras-chave de cauda curta: são termos genéricos e curtos, que possuem alto volume de busca, mas alta concorrência também. Dependendo dos seus concorrentes, pode ser difícil ranquear para elas de primeira.
  • Palavras-chave de cauda longa: são termos longos. Embora tenham menor volume de busca e menos concorrência, são ótimos para conversão, pois são mais específicos — ou seja, os usuários já têm mais clareza sobre o que estão querendo.
Como fazer?

Vamos em partes. 

Primeiramente, você deve fazer sua pesquisa de palavras-chave. Nela, foque em:

  • Relevância: escolha apenas as keywords mais relevantes para o conteúdo da página e seu público.
  • Variedade: use sinônimos e palavras LSI para complementar seu conteúdo. Essa é uma maneira de ampliar o alcance da página e evitar táticas de keyword stuffing.
  • Competitividade: sempre avalie a dificuldade de ranqueamento com base nos concorrentes de SERP. Algumas podem ser mais fáceis de posicionar do que outras.

Use ferramentas de SEO, como SEMrush Ahrefs para fazer sua busca. Se estiver sem ideias, recorra às inteligências artificiais do ChatGPT e Niara para sair do zero.

Dica de expert: não existe uma quantidade ideal de keywords cauda longa e curta para usar na sua estratégia. Antes de pesquisar quais termos usar, faça uma pesquisa minuciosa sobre o mercado e sobre a audiência do seu site. A partir delas você terá clareza sobre qual caminho seguir.

Depois de fazer sua pesquisa, use as keywords em:

  • URLs
  • Títulos
  • Subtítulos
  • Meta description
  • Meta title
  • Durante o conteúdo da página

Linkagem interna

Todas as suas páginas precisam ter links internos.

A linkagem interna é a prática de inserir links em uma página do seu site que direcionam para outras páginas do mesmo domínio. É como se você complementasse determinado assunto com informações previamente publicadas que também são de interesse do público.

Para ficar mais claro, vamos pensar em um artigo de blog sobre equipamentos essenciais para trabalhar em home office.

Em um e-commerce, além dos links para as páginas de produtos, o redator também pode incluir links para materiais relacionados ao tema, como:

  • Como organizar o espaço de home office;
  • Melhores modelos de monitor para home office;
  • Importância da iluminação no ambiente de trabalho;
  • Fones de ouvido e headsets para reuniões virtuais.

Veja que todos os assuntos têm algum nível de correlação entre si. Isso é muito importante, principalmente pensando na experiência do usuário.

Por isso, lembre-se: sempre que fizer linkagem interna entre as páginas do seu site, mantenha a conexão semântica entre os links.

Em termos de SEO, a linkagem interna é muito importante devido aos seguintes fatores:

  • Distribuição de autoridade: a interligação ajuda a fortalecer as páginas mais importantes do seu site, ajudando-as a ranquear melhor nos resultados de pesquisa;
  • Facilidade na indexação: a inclusão de links internos ajuda os robôs do Google a encontrarem novas páginas do seu domínio mais rapidamente. Essa é uma maneira de acelerar a indexação e melhorar a estrutura do conteúdo.

Já em se tratando do usuário, os links internos enriquecem a experiência, melhoram a navegação, aumentam o engajamento e fortalecem a sua marca como a especialista em determinado tema.

Como fazer?

Para começar sua estratégia de linkagem interna, primeiro, identifique quais são as páginas mais importantes do seu site. Você pode deixá-las anotadas em um documento de Excel para não se esquecer e monitorar o crescimento de cada uma.

A partir daí:

  • Adicione os links em páginas relevantes: dê prioridade às páginas que se relacionam semanticamente ao tema abordado.
  • Use textos âncora corretamente: o link deve ser adicionado em termos descritivos e informativos, que indiquem claramente qual é o conteúdo da página de destino.

Dica de expert: para garantir que todas as páginas estão bem linkadas, use o Google Search Console. Nele, você consegue verificar quais são as páginas menos linkadas do site que poderiam ter uma performance melhor.

Imagens

Imagens, vídeos e infográficos são elementos essenciais.

Em termos de otimização, eles são auxiliares, pois além da página ter mais chances de aparecer entre os resultados orgânicos gerais, elas também podem aparecer nos resultados de imagens.

Print Screen do Google Imagens.

O estudo Ranking Factos 2024, feito pelo Semrush, mostra que as melhores páginas dos resultados orgânicos tinham 21% mais imagens do que as que posicionavam em 20º.

Em média, o top 10 tinha 34 imagens por conteúdo.

Para usar corretamente, pense na experiência do usuário sempre. Elementos visuais com boa qualidade deixam o conteúdo mais atrativo e convidativo, além de facilitar a leitura, compreensão e melhorar o tempo de permanência do leitor na sua página.

Pense só: você não teria chegado até aqui se esse texto fosse simples, sem imagens e exemplos que ilustrassem o tema, certo?

Como fazer?

Para investir em imagens corretamente no seu site, é importante estar atento a alguns pontos importantes. São eles:

  • Nome do arquivo: o nome do arquivo deve ser descritivo. Ao invés de baixar com um nome aleatório, utilize a palavra-chave da página, por exemplo.
  • Formato: imagens em PNG são muito pesadas e podem atrapalhar o carregamento das suas páginas. Dê preferência ao formato JPEG ou WEBP, mais leves e responsivos.
  • Legenda: sempre que possível, inclua uma legenda que forneça mais informações sobre o tema abordado no seu conteúdo.
Não se esqueça do texto alternativo

É claro que não poderíamos falar sobre imagens sem citar o tão querido, mas negligenciado, texto alternativo.

Esse atributo é essencial para que sua estratégia seja eficiente.

Também chamado de alt text, ele é utilizado como descrição da imagem. Ele é importante para os casos em que o site não carrega – e daí o alt text é exibido no lugar da imagem –, e apara usuários com deficiência visual que utilizam leitores de tela.

Além de auxiliar a otimização, eles são importantes para garantir a acessibilidade do conteúdo. Todos merecem ler o que você está apresentando!

Portanto, aqui vão mais dicas da especialista para uma otimização completa:

  • Descreva, de forma clara e concisa, o que a imagem apresenta. Ao invés de usar só a palavra-chave, seja o mais descritivo possível;
  • Use palavras-chave relevantes, mas evite o excesso.

Veja o exemplo abaixo:

Responsividade

Esse é outro conceito que não pode faltar na sua rotina.

Responsividade diz respeito à capacidade de adaptação de um site. Ou seja, um site responsivo é aquele que se adapta a diferentes tamanhos de tela, de desktops até tablets.

Se seu domínio consegue se ajustar a dispositivos variados, pode ter certeza que ele está na frente de muitos concorrentes!

Para ir além, também é essencial que, além do layout responsivo, os menus, imagens e funcionalidades se adequem às telas de computadores, tablets e smartphones de todos os tipos. É o que chamamos de adaptabilidade.

Ser mobile-friendly é um dos principais fatores de ranqueamento do Google. Cada vez mais usuários acessam a internet por essa via, portanto, você não pode se esquecer de garantir uma boa experiência a essa audiência.

Como fazer?

Ter um site responsivo pode parecer um trabalho complexo, mas dá para fazê-lo sem ter conhecimentos técnicos sobre programação.

  • Escolha um design responsivo: primeiramente, dê preferência aos layouts adaptáveis. No WordPress e em outros CMSs existem diversos modelos disponíveis que se adequam a telas diferentes. Dê preferencia a eles.
  • Use plugins: no WordPress também existem alguns plugins que podem te ajudar a manter a responsividade do domínio.

Caso esteja enfrentando problemas mais complexos ou queira fazer ajustes pontuais, pode ser necessário recorrer a um desenvolvedor como auxiliar nessa demanda.

Velocidade da página

Outro fator de ranqueamento eleito pelo Google é a velocidade de página. Quanto mais rápido seu site carregar, maiores de manter e, melhor: reter a atenção do usuário.

A velocidade refere-se à rapidez com que o conteúdo de uma página carrega no navegador. 

Sites mais rápidos tendem a ter melhor posicionamento nos resultados de pesquisa. Lembre-se disso! Como consequência, as chances de converter o leitor são muito maiores.

Arquivos muito grandes, como imagens em PNG, códigos mal escritos ou excessivos e uma hospedagem de baixa qualidade são fatores que podem afetar a velocidade da sua página.

Portanto, evite! 

Como fazer?

Calma. Vamos te mostrar o que você pode fazer para otimizar o tempo de carregamento:

  • Minifique códigos excessivos: remova tudo o que é desnecessário e compacte o HTML e CSS restantes. Se você não entende da parte técnica, peça ajuda a um desenvolvedor.
  • Use cache: o cache é auxiliar no armazenamento de arquivos estáticos. Isso quer dizer que, quando o usuário reacessar seu site, o layout demorará menos tempo para carregar. Existem plugins no WordPress que podem te ajudar.
  • Use um bom serviço de hospedagem: em termos de SEO, o WordPress é o melhor serviço atualmente.
  • Use CDN: a rede de distribuição de conteúdo, em tradução, é um conjunto de servidores que visa facilitar a distribuição de conteúdos.

Por exemplo: imagine que você tem um e-commerce que atende clientes em todo o mundo. Se os dados do site estivessem armazenados em um único servidor no Brasil, o carregamento seria muito lento em outros locais. Até a informação chegar no exterior demoraria tanto tempo que, provavelmente, o usuário desistiria da compra.

Ao usar um CDN você garante que cópias do seu site sejam armazenadas em servidores em todo o mundo – então, quando um usuário acessa de outro lugar, a rede redireciona-o para o servidor mais próximo, facilitando o carregamento.

Legal, não é?

Nessa fase, tenha um bom desenvolvedor ao seu lado.

Leia também: O que é o Google Web Stories? Conheça a funcionalidade e as principais dicas para criar e otimizar seu conteúdo

A Search One Digital pode te ajudar!

O SEO on-page precisa fazer parte da sua estratégia. Mas, com tantos processos envolvidos, sabemos que pode ser difícil ter que lidar com tantos aspectos.

Nossa sugestão é que você faça uma lista de prioridades. Revise todo o site e anote tudo o que precisa ser feito. Então, estabeleça o quanto determinada demanda é essencial para melhorar o posicionamento orgânico do seu domínio.

Vale considerar quais são os principais fatores de ranqueamento listados oficialmente pelo Google, como velocidade da página e meta title. Assim, é possível estabelecer uma rotina saudável de otimizações on-page.

Mas, se precisar de ajuda, conte com a expertise da Search One Digital. Ao invés de passar horas e dias resolvendo problemas, deixe que nosso time dá conta do recado para que você foque em demandas estratégicas para o seu negócio. Entre em contato!

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