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Vazaram documentos sobre o algoritmo do Google! E agora, o que fazer com essa informação?

O vazamento do Google pegou todo mundo de surpresa, principalmente quem não vem fazendo o dever de casa quando o assunto SEO. Entenda o que de fato vazou e o que fazer com isso em seu site

Quando veio a notícia do vazamento do algoritmo do Google, os grupos de profissionais de SEO ficaram bombando de mensagens, como se fosse acontecer uma revolução no mercado.

Minha primeira reação foi entender a veracidade do vazamento antes de tirar qualquer conclusão, e sim meus amigos, é tudo real.

O Google, por meio do seu representante Davis Thompson veio a público garantir que os documentos vazados são reais, mas pediu para ninguém tirar conclusões baseado em informações incompletas.

Por isso mesmo, vamos entender o que vazou e o que isso afeta o SEO do seu site no fim das contas.

O que vazou

Em um diretório do Github um anônimo lançou mais de 2500 documentos com atributos relacionados ao funcionamento do algoritmo de busca do Google.

Isso permite que os profissionais de SEO tenham uma visão de como funcionam os bastidores do ranqueamento.

É como ver as cartas do seu adversário em um jogo de baralho.

Grande parte são de aspectos técnicos, por isso aqui eu vou focar mais nos aspectos relevantes para o dia a dia do SEO.

Quem vazou os dados do algoritmo do Google

A publicação dos documentos foi feito por um anônimo, mas sabemos que não são tantas pessoas assim que teriam acesso e esse tipo de documento.

Algumas fontes internas da empresa apontam Erfan Azimi, da Eagle Digital como o responsável por jogar essas informações na internet.

O próprio fez um vídeo no Youtube falando sobre: (tá em inglês mas tem a legenda automática)

Tudo leva a crer que esse “vazamento” possa não ter sido algo criminoso, já que a empresa não se demonstra preocupada com as informações que vazaram.

O mais importante agora é entender como isso afeta o trabalho de profissionais e empresas de SEO que é o nosso caso aqui na Search.

Documentação oficial e documentação vazada: quais as diferenças?

Nós que trabalhamos diariamente com SEO sempre baseamos nossas estratégias em cima das documentações oficiais que o Google divulga sobre fatores de rankeamento.

Mas quem é o metiê sabe que algumas estratégias que a empresa não falava, nas guidelines oficiais, traziam bons resultados para os sites.

O que temos agora são algumas confirmações importantes que veremos a seguir:

Fatores de ranqueamento vão além do que sabíamos

Até um tempo atrás era consenso que o E.E.A.T (que já temos conteúdo sobre e vale dar um confere), não era fator direto de ranqueamento, mas pelo jeito é sim.

A questão é que, na prática, o Google tem usado informações do navegador Chrome para monitorar o comportamento do usuário e assim entender quais conteúdos atendem melhor sua intenção de busca.

O resumo da ópera é o mesmo de sempre: conteúdo de qualidade com validação de autoridade.

Autoridade do domínio tem relevância

Outro ponto que já era suspeito, mas foi reforçado pelos vazamentos é o quanto a autoridade de domínio tem relevância não só para link building, mas para ranqueamento em si.

Foi revelado que essa métrica funciona para a criação de uma “lista branca” onde o Google adiciona aqueles sites que tem bastante autoridade e credibilidade, principalmente quando se trata de assuntos sensíveis como eleições e pandemia.

Confira: Guia essencial de SEO On-Page: Entenda como otimizar sua página de forma prática e melhorar o ranqueamento

Recentemente ficou um furdunço na comunidade SEO após o Google dar a entender que os links não tinham tanta relevância assim.

Há época, nossa CEO Carol Peres fez um vídeo elucidando essa questão:

E aí, pouco mais de um mês depois vem a confirmação por meio do vazamento de que: links importam, sim!

Unindo isso a relevância da autoridade de domínio, o digital PR segue sendo importantíssimo para quem quer figurar no topo da SERP e obter autoridade.

Chega de blackhat no SEO

Para quem não tá por dentro dos termos, Blackhat no SEO são práticas contrárias às recomendações do Google, mas que de alguma forma pode acelerar o ranqueamento de sites, explorando alguma limitação do algoritmo.

Em toda atualização anual que a empresa faz nas suas diretrizes, o objetivo principal é evitar isso, afinal é um hack para levar vantagem que nada tem a ver com entregar conteúdo de qualidade para o usuário.

Não vou dar exemplos aqui de técnicas blackhat até para não incentivar, mas o que podemos dizer depois desse vazamento é que o cerco está se fechando para quem burla as regras.

Lembrando: o jogo do SEO é feito no campo do Google, então se respeitar as regras, seu site vai sempre ficar bem na fita.

Avaliadores humanos

O Google usa o sistema NavBoost para estabelecer a relevância e qualidade dos sites de forma automática.

Mas, além disso, os documentos mostram que há avaliadores humanos trabalhando constantemente para atestar qualidade e refinar os algoritmos.

Isso só comprova o que muita gente do SEO já sentia, E.E.A.T é sim fator de ranqueamento e não são apenas robôs avaliando conteúdo.

Leia também: Confira 16 dicas valiosas para uma redação SEO completamente otimizada

No fim das contas, o que aprendemos com o vazamento do Google?

Agora vamos ao que interessa, o que podemos tirar desse vazamento pensando em melhorar a performance do seu site no Google.

Primeiramente, vamos seguir o que o porta-voz do Google disse e não tirar conclusões precipitadas.

É bom dar um passo atrás e analisar bem as informações e como incorporá-las ao dia-a-dia de trabalho.

Até porque, esses documentos são de 2023, então de lá pra cá a empresa já deve ter feito atualizações nas suas métricas e algumas coisas mudaram.

Seguir trabalhando com o que funciona é essencial e alguns testes podem ser feito para ver como essas métricas estão impactando a prática.

Dicas dos experts da Search One Digital

Nosso time é expert em SEO, isso porque estamos sempre buscando o aprimoramento nos conhecimentos e antenados nas mudanças da área.

Prova disso é que todos esses supostos fatores de ranqueamento, agora confirmados, já eram feitos aqui para nossos clientes, pois sempre nos pautamos por entregar conteúdo da maior qualidade focado na intenção de busca do usuário.

Por isso, analisamos esses vazamentos e debatemos com o time todo para trazer alguns insights que você vai poder aplicar no seu site em busca de uma melhor performance:

  • Usar mapa de calor é uma boa forma de entender o comportamento do seu usuário, pois se o Google considera isso para ranqueamento, você também deve considerar para produzir conteúdo;
  • É fato que o Google tem seus “queridinhos” quando o assunto é autoridade de domínio, então vale levar isso em conta, mas o que traz resultados práticos é atender a intenção de busca do usuário com qualidade;
  • Produzir conteúdo não é o suficiente, é importante entregar para o usuário algo completo em vários formados, até mesmo fazendo uma curadoria do que está disponível e oferecer o melhor para sua persona. Isso passa por incorporar vídeos de outras redes sociais, imagens ilustrativas e até dinâmicas de interatividade para que a experiência do usuário seja estimulante;
  • Entender que o E.E.A.T é fator de ranqueamento e dar o devido valor a ele nas produções.

Todas essas dicas que estamos apresentando, já aplicamos aqui na Search One Digital há um bom tempo.

Nosso foco tem sempre a intenção de busca do usuário como guia, e assim encontramos a melhor forma de apresentar o conteúdo a ele, de forma dinâmica, atrativa e com clara função de estimulá-lo a tomar uma atitude, seja para se cadastrar ou até mesmo para fechar uma compra.

Não, não temos bola de cristal, temos resultados práticos e cases de sucesso que confirmam as nossas estratégias:

Agora, com esse vazamento, temos a validação do próprio Google sobre como nosso trabalho é eficiente.

Aqui na Search One a equipe está pronta para te ajudar a ter bom desempenho em SEO, independente de atualizações, vazamentos e o que mais vier.

E aí, qual sua opinião sobre esses vazamentos do Google? Conta aí nos comentários e vamos ampliar esse debate.

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